Mestres Vajrayana

Guia de Meditação

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Veja neste post: A Meditação Budista (Introdução, Bhavana, Atitude) • Analogia do copo • Todos os budistas meditam? • Porque meditar? • Existem vários tipos de Meditação budista? • Como meditar? • Links para artigos, palestras e retiros em vídeo/áudio.

.: A Meditação Budista :.

Por Ajahn Jayasaro

Introdução

Transcrição:

O Buda disse que nós não experienciamos verdadeira felicidade nas nossas vidas. Nós descobrimos que mesmo que o nosso ambiente material se torne mais confortável ou sintamos algum sucesso nas nossas vidas, isso não funciona realmente, algo parece não estar muito certo, há algum sentimento de falta.

O Buda disse que é como se você tivesse um balde ou um recipiente com um buraco nele e quanto mais você enche mais vaza.

O Buda não está menosprezando a importância da vida mundana e como nós nos comportamos, longe disso, mas ele diz que no final a coisa mais importante é como nós nos relacionamos com nosso coração, com a nossa mente.

Então o Buda nos deu muitos meios hábeis para lidar com a maneira que Leia o resto deste artigo »

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As 3 Preciosas Pílulas | Tenzin Wangyal Rinpoche

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Transcrição:

Esta é uma prática muito simples, pode ser muito útil para todos, eu a chamo de Três Preciosas Pílulas. A Pílula Branca, a Pílula Vermelha e a Pílula Azul.

A razão pela qual eu as chamo de pílulas, é porque no ocidente se toma muitas pílulas. Há pílulas para tudo.

A Pílula Branca é relativa ao Corpo.
A Pílula Vermelha é relativa à Fala.
A Pílula Azul é relativa à Mente.

Quando tomar estas pílulas?

[Pílula Branca | Corpo – Quietude]

Por exemplo, em muitos momentos da nossa vida, se você prestar bastante atenção em si mesmo, você está sofrendo, sem se dar conta. Por exemplo, como se fosse Leia o resto deste artigo »

O Budismo, a Homossexualidade e as questões LGBT

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gays-lesbicas-Homossexualidade-LGBT

Neste post, Rev. Mauricio HondakuDzongsar Khyentse Rinpoche esclarecem o ponto de vista budista sobre a homossexualidade. É também disponibilizado uma ligação para vários textos explanativos do Ven. S. Dhammika.

Relacionamentos Homoafectivos | Mauricio Hondaku

Publicado originalmente no facebook pelo Rev. Hondaku e autorizada a publicação neste blog.

Recebemos uma msg de um praticante sobre relacionamentos homoafetivos e esclareci com ele sobre a postura budista sobre o assunto…

Praticante: “Sinto informar que não mais participarei dos encontros. O motivo é que eu não gostei nada do que o reverendo disse sobre o Budismo ser a favor do casamento gay. Quero esclarecer que “conduta sexual impropria” é homossexualismo!”

RESPOSTA:

Prezado, aqui é o Monge Hondaku… pela sua mensagem vejo que vc tem uma visão distorcida dos ensinamentos budistas que me coloco aqui a disposição para elucidar. Um dos preceitos budistas é Leia o resto deste artigo »

A poesia de Fernando Pessoa e o Budismo Zen

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[Vídeo-Palestra] A poesia de Fernando Pessoa e a desconstrução budista da noção de «eu» | Paulo Borges

A tese da afinidade entre a poesia de Alberto Caeiro e o budismo Zen | Paulo Borges
(Excerto de: As coisas são coisas? Alberto Caeiro e o Zen)

Tende a predominar nos estudos pessoanos a tese da afinidade entre a poesia de Alberto Caeiro e o budismo Zen, destacando-se como excepção a justa análise de Richard Zenith (1999), que mostra bem várias diferenças entre Caeiro e o Zen, sendo a principal, a nosso ver, que o poeta português se interessa mais pela natureza do que pelo satori ou iluminação. A tese surgiu antecipadamente avalizada com o prestígio de autoridades internacionais como D. T. Suzuki (apud ALMEIDA, 1986) e Thomas Merton (1966). Onésimo Teotónio Almeida (1986) deu conta de como o segundo, um eminente contemplativo católico muito interessado pela espiritualidade oriental e Zen em particular, deu a conhecer alguns poemas por si traduzidos de O Guardador de Rebanhos a D. T. Suzuki, o grande divulgador do Zen no Ocidente, e este reconheceu “uma grande qualidade zen” na poesia caeiriana. O mesmo Leia o resto deste artigo »

A Mente como o Espaço | Mingyur Rinpoche

Vídeo Publicado em Atualizado em

Transcrição:

A consciência é como o espaço, não pode ser poluída pelas nuvens, você não pode obscurecer o espaço, as nuvens, a terra, o sistema solar, as galáxias você não pode cortar o espaço, você não pode queimar o espaço, o espaço é sempre puro e claro, sempre está lá.

A natureza do espaço é sempre pura e limpa. A consciência é assim. E desta maneira, você automaticamente elimina o sofrimento. Por quê?

Porque normalmente, a nossa mente depende totalmente das coisas materiais externas: Forma, som, cheiro, sabor, sensação; Leia o resto deste artigo »

8 preocupações mundanas | Alan Wallace

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Trecho do livro “Buddhism with an Attitude” (2001, pg. 15), de B. Alan Wallace

A tradição budista lida com as preconcepções sobre o sucesso como prioridade com um diagnóstico diferencial de oito partes chamado de “as oito preocupações mundanas”, oito direções para a busca da felicidade baseadas em suposições não investigadas. A fixação nessas preocupações subverte nossos melhores esforços, conduzindo ao sucesso falso ou frustração real.

As oito preocupações mundanas consistem em quatro pares de prioridades:  (1) buscar aquisições materiais e (2) evitar sua perda; (3) buscar o prazer dirigido pelo estímulo e (4) evitar o desconforto; (5) buscar o elogio e (6) evitar a crítica; e (7) manter a boa reputação e (8) evitar a má reputação. Essas oito preocupações resumem, em geral, nossa motivação pela busca da felicidade, e este é exatamente o problema. As oito preocupações mundanas — que não são erradas em si — são a base de Leia o resto deste artigo »

Correr com a mente de meditação | Sakyong Mipham

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“As pessoas me perguntam sobre a relação entre mente e corpo e atualmente eu estou treinando para correr uma maratona. As pessoas pensam que é meio inusual que um lama tibetano faça exercícios, ainda mais correr uma maratona, e qual é a relação entre corpo e mente e entre correr e meditar.

Então para mim, não é tão surpreendente; quero dizer, acho que há uma tradição do corpo e mente e acho que no ocidente às vezes o corpo e a mente têm sido separados. Assim quando as pessoas pensam em meditação ou espiritualidade, acham que estão muito separados do corpo per se.

Mas da forma em que fui treinado e criado, e da forma como entendo esse tópico e meio que a experiência toda, é que na verdade estão unidas. Quando meditamos, por exemplo, mesmo na meditação sentada, é uma experiência do corpo inteiro. Uma experiência totalmente da mente. Leia o resto deste artigo »

Conheça 3 Mestres Loucos

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“Louca Sabedoria” refere-se a uma pessoa iluminada que se comporta de uma maneira socialmente não convencional. Mas será que a Louca Sabedoria é mesmo Sabedoria?
Fique a conhecer neste post 3 mestres com “louca sabedoria”.

1: Ikkyū Sōjun (1394-1481)

Ikkyu foi um excêntrico monge viajante, o que o fez ser apelidado de “Nuvem Louca”. Teve várias aventuras eróticas e não dispensava o saquê (bebida alcóolica tradicional japonesa). Ikkyu não se importava com o que as autoridades religiosas de seu tempo pensavam dele.

Influenciou um grande número de artistas, poetas, Leia o resto deste artigo »

Ciência, espiritualidade e humanidade | Dalai Lama

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Transcrição da Conclusão – Ciência, espiritualidade e humanidade, do livro “O Universo num átomo”, de Dalai Lama. Editora: QuidNovi

Olhando retrospectivamente para os meus setenta anos de vida, vejo que o meu encontro pessoal com a ciência começou num mundo quase inteiramente pré-científio, onde o tecnológico parecia miraculoso. Suponho que o meu fascínio pela ciência permanece ainda num assombro inocente perante as maravilhas que ela consegue fazer. Desde esses primórdios, a minha viagem ao país da ciência levou-me a questões de grande complexidade, como o impacto da ciência na nossa compreensão do mundo, o seu poder para transformar as vidas humanas e a própria Terra onde vivemos, e os terríveis dilemas morais que estas novas descobertas colocaram. No entanto, não podemos nem devemos esquecer a maravilha e a beleza daquilo que se tornou possível.

Os conceitos da ciência enriqueceram muitos aspectos da minha mundividência budista. A teoria da relatividade de Einstein, com as suas brilhantes experiências pensadas, proporcionou uma Leia o resto deste artigo »

O Universo num Átomo | Dalai Lama

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Em cada átomo dos reinos do Universo,
Existem vastos oceanos de Universos.
(O Grande Ornamento Floral,  uma escritura budista antiga)

Thangka Tibetana Astrológica
Thangka Tibetana Astrológica: O movimento dos signos do zodíaco e planetas – 1684

Trechos do Cap. 4 – O Big Bang e o universo budista sem princípio; do livro “O Universo num átomo”, de Dalai Lama. Editora: QuidNovi

Quem não experimentou um sentimento de admiração ao olhar para a profundidade dos céus iluminados por estrelas sem fim numa noite límpida? Quem nunca se perguntou se há uma inteligência por detrás do cosmos? Quem nunca meditou sobre se o nosso planeta será o único a albergar seres vivos? Para mim estas interrogações são naturais na mente humana. Em toda a história da humanidade, houve um impulso real para encontrar respostas a estas questões. Uma das grandes realizações da ciência moderna é ter-nos feito chegar mais perto do que nunca de uma compreensão das condições e dos processos complicados subjacentes à origem do nosso cosmos. […]

A cosmologia moderna — tal como muitas outras coisas nas ciências físicas — baseia-se na teoria da relatividade de Einstein. Em cosmologia, as observações astronómicas em conjunto com a teoria da relatividade geral, que introduziu o conceito de gravidade como curvatura do espaço e do tempo, mostraram que o nosso universo não é eterno nem estático na sua forma actual. Está em evolução e expansão contínuas. Esta descoberta está de acordo com a intuição básica dos cosmólogos budistas da Leia o resto deste artigo »

Vacuidade, relatividade e física quântica | Dalai Lama

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Trecho do Cap. 3 – Vacuidade, relatividade e física quântica; do livro “O Universo num átomo”, de Dalai Lama. Editora: QuidNovi

Uma das coisas mais extraordinárias e fascinantes da física moderna é o modo como o mundo microscópico da mecânica quântica desafia o nosso senso comum. Os factos da luz poder ser considerada como uma partícula ou como uma onda, do princípio da incerteza nos dizer que nunca podemos saber ao mesmo tempo o que um electrão faz e onde está e a noção quântica de sobreposição sugerem um modo de compreender o mundo inteiramente diferente do da física clássica, em que os objectos se comportam de uma forma determinista e previsível. Por exemplo, no caso bem conhecido do gato de Schrodinger, em que um gato é colocado dentro de uma caixa contendo uma fonte radioactiva que tem uma probabilidade de cinquenta por cento de libertar uma toxina letal, somos obrigados a aceitar que, até se abrir a tampa, este gato está ao mesmo tempo morto e vivo, o que parece desafiar a lei da contradição.

Para um budista Mahayana, que conhece o pensamento de Nagarjuna, há uma ressonância indubitável entre a noção de vacuidade e a nova física. Se, ao nível Leia o resto deste artigo »

Reflexão sobre a Ciência | Dalai Lama

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Transcrição do Cap. 1 – Reflexão, do livro “O Universo num átomo”, de Dalai Lama. Editora: QuidNovi

Passei muitos anos a reflectir sobre os progressos notáveis da ciência. No curto lapso da minha vida, foi enorme o impacto da ciência e da tecnologia na humanidade. Embora o meu interesse pessoal pela ciência tenha começado pela curiosidade por um mundo, para mim nessa altura estranho, governado pela tecnologia, não demorei muito a aperceber-me do colossal significado da ciência para a humanidade como um todo — em particular após ter vindo para o exílio em 1959. Hoje em dia não existe praticamente nenhuma área da vida humana que não seja tocada pelos efeitos da ciência e da tecnologia. Porém, será que temos ideias claras quanto ao lugar da ciência na totalidade da vida humana — o que deverá exactamente fazer e por que fins se deve pautar? Este último aspecto é crucial, pois, a menos que a ciência seja orientada por uma motivação conscientemente ética, em especial pela compaixão, os seus efeitos podem não ser benéficos. Na realidade, podem provocar grandes danos.

A compreensão da enorme importância da ciência e o reconhecimento do seu domínio inevitável no mundo moderno mudaram radicalmente a minha atitude para com ela, que passou da curiosidade para uma espécie de empenhamento urgente. No budismo, o Leia o resto deste artigo »

Yantra Yoga, o yoga tibetano do movimento

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Yantra Yoga

Yoga da Índia foi declarado esta quinta-feira Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO. O impulsionador do pedido de classificação do Yoga como Património Imaterial da Humanidade foi o português Jorge Veiga e Castro (presidente da Confederação Europeia do Yoga).

Yoga é um grupo de filosofias e práticas físicas, mentais e espirituais que se originou na Índia. Existe uma ampla variedade de escolas, práticas e objectivos diferentes no Hinduísmo, Budismo e Jainismo.
No ocidente o sistema mais conhecida é o Hatha Yoga, que teve a sua origem no Hinduísmo. Neste post é apresentado o Yantra Yoga, que teve a sua origem no Budismo da Índia e se desenvolveu no Tibete.

Yantra Yoga é baseado no Leia o resto deste artigo »

A compaixão é que sustenta o mundo, não o processo económico – Palestra: Conselhos Budistas para Tempos Difíceis | Lama Padma Samten

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Nós acreditamos que o processo económico é a base do mundo, mas não é. A base do mundo é nossa capacidade de nos interessarmos uns pelos outros. Isso é o que faz as coisas se ampliarem e melhorarem, isso é o que sustenta as coisas.

Sua Santidade o Dalai Lama diz que cada um de nós foi sustentado sem nenhuma expectativa de retorno. Nós fomos cuidados, isso não é uma atividade económica. Quando as coisas afundam, surgem catástrofes e grandes dificuldades, como é que resolvemos? Surgem muitos voluntários, as pessoas se auto-organizam e fazem tudo melhorar. Isso é o que sustenta o funcionamento do mundo.

Quando os pais e mães não conseguem cuidar de seus filhos, aparece Leia o resto deste artigo »

As 5 Sabedorias | Lama Padma Samten

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Sabedoria do Espelho
Buda Akshobia – Cor Azul – Acolhimento

Precisamos ter a sabedoria da cor azul, que é a sabedoria de olhar para o outro e acolhê-lo do jeito que ele vem. Isso é também chamado de sabedoria do espelho. E o que significa acolher o outro do jeito que ele vem? Significa, em primeiro lugar, entender como o outro está vivendo, qual sua experiência de mundo, como ele está experimentando aquilo. Para entender como o outro vive a sua experiência de mundo, temos que entender que a mente dele se espelha no mundo; que o mundo é um espelho que reflete a mente dele. Se ele tem Leia o resto deste artigo »