Filosofía

Martin Heidegger conversa com um Monge Budista sobre Tecnologia e Filosofia

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O Ser em si tem sido escondido dos seres humanos. E é por isso que agora temos que fazer esta questão para obter uma resposta sobre o que e quem é o ser humano.
– Martin Heidegger

Martin Heidegger foi um filósofo alemão habitualmente estudado no existencialismo, embora para ele a filosofia se tratasse de uma laboriosa e rigorosa pergunta pelo Ser. Sua obra tem sido considerada uma das mais importantes do século XX, e na sua maior parte é dedicada à questão do Ser, como é evidente no seu trabalho mais conhecido, Ser e Tempo, embora tenha abordado também questões relativas à critica do significado (hermenêutica), à política, aos mitos gregos e à poesia. Sua influência chegou inclusive à Tailândia, onde o monge budista e professor universitário Bhikku Maha Mani chegou a pensar que Heidegger era “o filósofo alemão”.

Maha Mani entrevistou Heidegger em 1963 para o canal SWR. Pode-se esperar considerações por parte de Heidegger com respeito aos problemas filosóficos comuns entre o existencialismo e o budismo ou outras disciplinas orientais. Porém, Heidegger não se refere propriamente a problemas determinados pela geografia, mas pela necessidade de construir um pensamento global que pode esclarecer o ser humano na sua relação com o Ser, independentemente de categorizações políticas e tecnológicas que dividem as pessoas. Heidegger nos adverte para o perigo de convertermo-nos em “máquinas” obedientes. (Via: Pijamasurf)

Segue os vídeos da entrevista (legendado em português):

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Palavras de Buda e as 3 Peneiras de Sócrates

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ABHAYA SUTTA
Excerto do Discurso do Buda para o Príncipe Abhaya:

No caso de palavras que o Tathagata (Budha) sabe que não correspondem aos fatos, não são verdadeiras, não são benéficas e que também são antipáticas e desagradáveis para outras pessoas: essas palavras, ele não as diz.

No caso de palavras que o Tathagata sabe que correspondem aos fatos, são verdadeiras, não são benéficas e que também são antipáticas e desagradáveis para outras pessoas: essas palavras, ele não as diz.

No caso de palavras que o Tathagata sabe que correspondem aos fatos, são verdadeiras, são benéficas, porém são antipáticas e desagradáveis para outras pessoas: o Tathagata tem a noção do momento mais apropriado para dizê-las.

No caso de palavras que o Tathagata sabe que não correspondem aos fatos, não são verdadeiras, não são benéficas, porém são simpáticas e agradáveis para outras pessoas: essas palavras Leia o resto deste artigo »