Budismo Básico

O que o Buda descobriu e qual a sua obra? (vídeo)

Publicado em Atualizado em

O que o Buda descobriu?

Trecho do livro Superando a Ilusão do Eu, de Yogavacara Rahula Bhikkhu. Edições Casa do Dharma. 2ª Edição, São Paulo – 2011.

Buddhi, em sânscrito, significa o intelecto puro, a mente que está livre da influência condicionada das emoções, de forma que nela não se constroem observações nem deduções tendenciosas ou preconceituosas. A mente da maioria das pessoas funciona com todo tipo de preconceito e perversão, de maneira que todas as suas percepções e todos os seus pensamentos estão maculados e são condicionados a seguir padrões preestabelecidos. Desse modo, as pessoas nunca apreendem as coisas na sua verdadeira natureza. O poder e o alcance da mente permanecem limitados e confinados.

Buda, o Desperto, foi alguém que libertou sua faculdade intelectual de todas as distorções, levando-a ao maior grau de clareza possível. A partir disso, ele conseguiu desenvolver uma atenção aguçada e um insight penetrante sobre Leia o resto deste artigo »

Qual a importância de se ter um mestre ou professor? É essencial frequentar um centro ou um templo?

Publicado em Atualizado em

Qual a importância de se ter um mestre espiritual? | Monja Coen Responde

Transcrição:

Eu tenho evitando muito essa palavra mestre, porque dá a impressão que a gente pega um ser humano e o coloca num pedestal, e ele é especial, tão especial, tão separado de mim, que eu só fico lá beijado os seus pés.

A ideia é como é que eu encontro alguém que é esse bom amigo, essa boa amiga, que é meio parecido comigo, que sabe alguma coisa mais do que eu, e que pode me apontar o caminho.

Assim como… se eu vou entrar numa mata ou subir uma montanha que eu nunca fui, eu posso Leia o resto deste artigo »

Palavras de Buda | Selecção de Versos do Dhammapada

Publicado em Atualizado em

Dhammapada é um dos textos mais antigos e respeitados do Budismo. Neste post é partilhado uma selecção de versos de cada capítulo do Dhammapda. Estes versos e imagens foram extraídos da versão Dhammapada Ilustrado, de Weragoda Sarada Maha Thero, disponibilizada no site Acesso ao Insight, clique nesse link para aceder à versão completa e comentada.

Clique aqui para  saber mais sobre o Dhammapada e ter acesso a várias versões completas, gratuitas e comentadas.


1. Yamakavagga | Versos Gémeos

Dhammapada v1

 

 

Todas as ações são comandadas pela mente:
a mente é o senhor delas, a mente é quem as fabrica.
Aja ou fale com um estado mental corrompido
que o sofrimento virá em seguida da mesma forma
como a roda da carroça segue as pegadas do boi.
Dhp 1

 

 

Leia o resto deste artigo »

Karma não é Destino

Publicado em Atualizado em

Trecho do Capítulo VI. Kamma: A Lei da Causalidade Moral, do livro Budismo em Poucas Palavras de Narada Mahathera.

Nós mesmos somos responsáveis por nossas ações, felicidade e miséria. Nós construímos nossos próprios infernos. Criamos nossos próprios céus. Somos os arquitetos do próprio destino. Em definitivo, nós mesmos somos nosso próprio Kamma.

Numa ocasião, um certo jovem chamado Subha, aproximou-se de Buddha e perguntou-lhe qual era o motivo de entre os seres humanos existirem estados elevados e inferiores.

“Pois”, continuou, “encontramos entre os seres humanos aqueles de vida breve e de longa vida, os saudáveis e os doentes, os bem parecidos e os feios, os poderosos e os que não têm poder algum, os pobres e os ricos, os de elevado nascimento e os de baixo nascimento, os ignorantes e os inteligentes”.

Buddha replicou sucintamente:

“Cada criatura vivente tem o Kamma como propriedade, como herança, como causa, como origem, como refúgio. O Kamma é o que diferencia os seres viventes de estados baixos e elevados.”

Em seguida, explicou a razão para tais diferenças segundo Lei da Causalidade Moral.

Assim, de um ponto de vista Budista, nossas presentes diferenças mentais, intelectuais, morais e temperamentos devem-se principalmente, às nossas próprias ações e tendências, tanto passadas como presentes.

O Kamma, literalmente, significa ação; mas, num sentido último, significa Leia o resto deste artigo »

Objectivo Principal e Secundário do Budismo

Publicado em Atualizado em

Objectivo Principal:
Despertar (iluminação), atingir o Nirvana
Objectivos Secundários:
Ser bom, gentil, honesto, bom cidadão, ter um bom renascimento, etc.

Existem várias formas de praticar o budismo, alguém pode-se considerar budista sem mesmo ter o objetivo principal que é a iluminação. A prática de quem tem o objectivo principal e secundário será diferente.
Quem quer atingir a iluminação nesta vida precisa de uma dedicação muito mais séria, normalmente são os monges que seguem por essa via, mas claro que os leigos também podem seguir por esse caminho.
Quem tem objectivos secundários não precisa de uma prática tão profunda e pode-se envolver mais em actividades mundanas, mas no mínimo deveria seguir os 5 preceitos e ir implementando mais práticas e dedicação conforme as suas aspirações e evolução no Caminho.

“O Buddha ensinou que existem dois objetivos na Leia o resto deste artigo »

Os 5 Preceitos

Publicado em Atualizado em

1. Evitar matar ou ferir seres vivos
2. Evitar roubar

3. Evitar a má-conduta sexual
4. Evitar mentir
5. Evitar o álcool e outras drogas intoxicantes

*    *    *    *

Trechos do livro “Boas perguntas, Boas respostas” de Bhante Shravasti Dhammika.

Pergunta: Outras religiões derivam suas ideias sobre o que é certo e errado a partir das ordens de seu deus ou deuses. Vocês budistas não acreditam em um deus, então, como vocês sabem o que é certo e o que é errado?
Resposta: Quaisquer pensamentos, discursos ou ações que se baseiem em ganância, ódio e ilusão, e que, portanto, conduzam para longe do Nirvana, são ruins; e quaisquer pensamentos, discursos ou ações que se baseiem em caridade, amor e sabedoria, e que, portanto, ajudam a clarear o caminho rumo ao Nirvana, são bons. Nas religiões centradas em deus, para saber o que é certo ou errado basta seguir o que lhe mandam. Em uma religião centrada no homem, como o Budismo, para saber o que é certo ou errado é necessário desenvolver uma autoconsciência profunda, assim como autocompreensão. A ética fundada na compreensão é sempre mais forte que a ética que se limita a Leia o resto deste artigo »

O Nobre Caminho Óctuplo

Publicado em Atualizado em

O Nobre Caminho Óctuplo é composto por:

Sīla – Ética/Moralidade

1) Sammā-vācā – Linguagem correta
2) Sammā-kammanta – Ação correta
3) Sammā-ājiva – Meio de vida correto

Samādhi – Concentração/Meditação 

4) Sammāvāyāma – Esforço correto
5) Sammā-sati – Atenção correta
6) Sammā-samādhi – Concentração correta

Paññā– Sabedoria

7) Sammā sankappa – Pensamento correto
8) Sammā-ditthi – Entendimento correto

*    *   *   *

Trecho de palestra proferida por S. N Goenka em curso de 10 dias.

O caminho de Dhamma é chamado de O Nobre Caminho Óctuplo, nobre no sentido de que, quem quer que o trilhe, estará destinado a tornar-se um coração nobre, uma pessoa santa. O caminho está dividido em três etapas: sīla, samādhi e paññā.

Leia o resto deste artigo »

As 3 Jóias

Publicado em Atualizado em

“Tomar refúgio no Buda significa reconhecer a semente da iluminação que está dentro de nós mesmos, a possibilidade de libertação. Também significa tomar refúgio naquelas qualidades que o Buda corporifica; qualidades como destemor, amor e compaixão.

Tomar refúgio no Dharma significa se abrigar na lei, no modo como as coisas são. É reconhecer nossa submissão à verdade, permitindo que o Dharma se desdobre dentro de nós.

Tomar refúgio na Sangha significa aceitar o suporte da comunidade, de todos nós ajudando uns aos outros em direção à iluminação e à liberdade.”

– Joseph Goldstein, em “The Experience of Insight”.
Tricycle’s Daily Dharma, 2 de junho de 2007.

*     *     *     *

Trecho de palestra proferida por S. N Goenka em curso de 10 dias.

(…) quando alguém busca refúgio no Buda, deve se lembrar das qualidades de um Buda e trabalhar para desenvolver essas mesmas qualidades em si próprio. A qualidade Leia o resto deste artigo »

Os 3 veículos do Budismo – Theravada, Mahayana e Vajrayana

Publicado em Atualizado em

Trechos do livro “Boas perguntas, Boas respostas” de Bhante Shravasti Dhammika.

Pergunta: Você pode dizer alguma coisa sobre os diferentes tipos de Budismo?
Resposta: Em seu auge, o Budismo se espalhava da Mongólia às Maldivas, da Báctria a Bali, e, portanto, precisava ser atrativo para pessoas de muitas culturas diferentes. Ademais, na medida em que durou por muitos séculos, necessitou adotar e se adaptar conforme a vida social e intelectual das pessoas se desenvolvia. Consequentemente, apesar de a essência da Dhamma permanecer a mesma, sua forma externa mudou consideravelmente. Atualmente existem três espécies principais de Budismo: Theravada, Mahayana e Vajrayana.

Pergunta: O que é Theravada?
Resposta: O nome Theravada significa “Os Ensinamentos dos Antepassados”. Sua base é principalmente o Pali Tipitaka,  Leia o resto deste artigo »

Mindmap do Nobre Caminho Óctuplo

Publicado em Atualizado em

"O Dharma é um corpus de ensinamentos extremamente rico e complexo, elaborado ao longo de (pelo menos) 2600 anos. Existem muitas maneiras de apresenta-lo e muitos fio-condutores possíveis para navegá-lo. Este mapa – apresentado abaixo – utiliza o modelo do Nobre Caminho Óctuplo para situar alguns dos principais ensinamentos de acordo com a tradição Theravada (a mais antiga escola buddhista). Este modo de apresentar o Dharma tem a desvantagem de ser complexo, pois mistura aspectos ordinários do treinamento em conduta com outros de concentração e sabedoria (relacionados à prática da meditação). Por outro lado, tem a vantagem de oferecer uma visão mais clara sobre como os diferentes elementos da prática operam em conjunto para criar um único ciclo virtuoso." -  bvasconcelos.com.br.

Arya-Magga-png

Download em pdf

Créditos:
Este Mindmap foi elaborado por bvasconcelos.com.br. A disponibilização neste site, está de acordo com os Termos de Copyleft do bvasconcelos.com.br.

Leia também:

 

– OlharBudista > Recursos > Budismo Básico –