A Prática da Minhoca | Ajahn Ñāṇarato

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Texto de Ajahn Ñāṇaratodo, do Livro Folhas da Árvore Bodhi. Publicações Sumedhārāma

O venerável Ajahn Chah, um dos mais conhecidos professores do Budismo da Tradição da Floresta da Tailândia, costumava dizer: “A nossa prática é como a minhoca”. O que significa isto?

No mundo moderno queremos obter resultados o mais rapidamente possível, fazendo juízos acerca de quão eficientes as coisas são, quão bem-feitas, quão atraentes, etc. Existe uma constante pressão para se estar actualizado com os últimos avanços e temer ser deixado para trás. Mas será que temos realmente força e confiança em nós próprios? Não será que estamos a perder a nossa confiança e integridade ainda que acreditemos que estamos a controlar o “nosso mundo”? Enquanto o chamado desenvolvimento ao nível material é tão invasivo e amplamente disseminado por toda a parte, o que é que tem vindo a acontecer connosco, afinal o Ser mais importante no meio de tudo isto?

Temos que correr para obter resultados e alcançar o mesmo lugar que todos as outras pessoas, da forma mais rápida possível; esta é uma percepção que toda a gente tem. Mas poderemos assim manter o nosso espaço interior para perceber a beleza, a dor e as possibilidades dos outros? Estas questões deveriam ser levadas em consideração quando sinceramente procuramos a paz, o viver pacificamente no meio da diversidade, e dentro deste contexto penso que a Leia o resto deste artigo »

Lankavatara Sutra, o sutra da descida ao Sri Lanka

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Para ler o sutra completo clique aqui.
A análise que se segue é um Trecho do Capítulo II: Os seis patriarcas (séculos VI-VII), do livro Os Mestres Zen, de Jacques Brosse. Editora Pergaminho.

Após ter escolhido longamente entre os sutra aquele que poderia servir de referência aos adeptos do dhyana, Bodhidharma dirigiu-se a Houei-k’o, dizendo-lhe: “Tendo considerado a mentalidade dos praticantes da Via na China, penso que apenas este sutra lhes pode servir.” Foi portanto este texto que Houei-k’o estudou junto dele durante seis anos. Posteriormente, quando entre os seus discípulos, um deles tinha dificuldade em captar o seu pensamento sobre a Revelação, Bodhidharma dava-lhe uma cópia deste sutra e dizia-lhe: “Que seja o vosso ponto de partida para o futuro1.” Esta transmissão tinha uma tal importância que a nova escola foi durante muito tempo conhecida pelo nome de Lankavatara.

Este sutra mahayanista, certamente tardio e nitidamente influenciado pela escola Yogachara (século IV) de Asanga e Vasubandhu, serviu de ponte entre a tradição indiana do dhyana trazido por Bodhidharma e o futuro tch’an chinês. Em que medida é que este texto poderia esclarecer os praticantes acerca da sua própria Revelação? É o que vamos examinar.

O Lankavatara Sutra evoca a chegada do Buda ao Sri Lanka, que aí teria sido convidado a pregar o Dharma por Ravana, senhor de Yaksha, mas, no essencial, faz referência a um diálogo entre Shakyamuni e o Bodhisattva Mahamati que o interroga acerca da natureza da sua Revelação, o estado da sua “realização interior” (matyatma-gatiogocharam). A resposta do Buda constitui o Leia o resto deste artigo »

Investigue a fundo

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[Áudio-Palestra] Conclusões Precipitadas | Ajahn Mudito

 

Shariputra não acreditou em Buddha

O Venerável Shariputra, um dos discípulos do Buddha, era muito astuto. Uma vez quando o Buddha estava expondo o Dharma virou-se para ele e perguntou: “Shariputra, você acredita nisso? “Shariputra respondeu: “Não, eu não acredito”. O Buddha elogiou a resposta. “Isso é muito bom, Shariputra. Você é uma pessoa dotada de sabedoria. Aquele que é sábio não acredita rapidamente; ele ouve com uma mente aberta e depois pesa a verdade dos factos antes de acreditar ou desacreditar.”

Buddha pede para Upali investigar a fundo o seu ensinamento antes de se tornar seu discípulo

«”O Abençoado esclareceu o Dhamma de várias formas, como se tivesse colocado em pé o que estava de cabeça para baixo, revelasse o que estava escondido, mostrasse o caminho para alguém que estivesse perdido ou segurasse uma lâmpada no escuro para aqueles que possuem visão pudessem ver as formas. Venerável senhor, eu Leia o resto deste artigo »

Qual a importância de se ter um mestre ou professor? É essencial frequentar um centro ou um templo?

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Qual a importância de se ter um mestre espiritual? | Monja Coen Responde

Transcrição:

Eu tenho evitando muito essa palavra mestre, porque dá a impressão que a gente pega um ser humano e o coloca num pedestal, e ele é especial, tão especial, tão separado de mim, que eu só fico lá beijado os seus pés.

A ideia é como é que eu encontro alguém que é esse bom amigo, essa boa amiga, que é meio parecido comigo, que sabe alguma coisa mais do que eu, e que pode me apontar o caminho.

Assim como… se eu vou entrar numa mata ou subir uma montanha que eu nunca fui, eu posso Leia o resto deste artigo »

8 preocupações mundanas | Alan Wallace

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Trecho do livro “Buddhism with an Attitude” (2001, pg. 15), de B. Alan Wallace

A tradição budista lida com as preconcepções sobre o sucesso como prioridade com um diagnóstico diferencial de oito partes chamado de “as oito preocupações mundanas”, oito direções para a busca da felicidade baseadas em suposições não investigadas. A fixação nessas preocupações subverte nossos melhores esforços, conduzindo ao sucesso falso ou frustração real.

As oito preocupações mundanas consistem em quatro pares de prioridades:  (1) buscar aquisições materiais e (2) evitar sua perda; (3) buscar o prazer dirigido pelo estímulo e (4) evitar o desconforto; (5) buscar o elogio e (6) evitar a crítica; e (7) manter a boa reputação e (8) evitar a má reputação. Essas oito preocupações resumem, em geral, nossa motivação pela busca da felicidade, e este é exatamente o problema. As oito preocupações mundanas — que não são erradas em si — são a base de Leia o resto deste artigo »

67 Koans Zen

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Um koan, é uma narrativa, diálogo, questão ou afirmação no budismo zen que contém aspectos que são inacessíveis à razão. Desta forma, o koan tem como objectivo, propiciar a iluminação espiritual do praticante de Budismo Zen.

1.

Um homem, viajando em um campo, encontrou um tigre. Ele correu, com o tigre em seu encalço. Aproximando-se de um precipício, tomou as raízes expostas de uma vinha selvagem em suas mãos, e pendurou-se precipitadamente abaixo, na beira do abismo. O tigre o farejava acima. Tremendo, o homem olhou para baixo e viu, no fundo do precipício, outro tigre a esperá-lo. Apenas a vinha o sustinha. Mas, ao olhar para a planta, viu dois ratos, um negro e outro branco, roendo aos poucos a sua raiz. Neste momento, seus olhos perceberam um belo morango vicejando perto. Segurando a vinha com uma mão, ele pegou o morango com a outra e o comeu. — Que delícia! — ele disse. Leia o resto deste artigo »

Você é espiritual mas não religioso? 10 razões pelas quais o budismo enriquecerá o seu caminho

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Trecho (quase na íntegra) do texto escrito por Melvin McLeod na revista Shambhala Sun de novembro de 2013 e publicada em 30 de outubro de 2014 no blog Lion’s Roar. Melvin McLeod é editor chefe das revistas budistas Lion’s Roar (anteriormente Shambhala Sun) e Buddhadharma. A tradução é da equipa do blog Budismo Petrópolis.

Existem várias razões pelas quais as pessoas se tornam desencantadas com a religião institucionalizada, mas a maioria continua a ansiar por algo mais do que uma vida materialista, de algo que dê significado mais profundo e felicidade, algo que eles descrevem como “espiritual”.

Talvez isso diga respeito a você. Talvez você seja uma das muitas pessoas que descobriu que o budismo tem muito a oferecer à sua vida e prática espiritual, sem algumas das desvantagens da religião institucionalizada.

Dito de outra maneira:

Algumas pessoas discutem se o budismo é de fato uma religião, mas por agora vamos supor que seja. O budismo é única religião do mundo que não tem um Deus. É uma religião não-teísta.

Isso muda tudo. Sim, tal como as outras religiões o budismo descreve uma realidade não-material, espiritual (talvez uma realidade mais profunda) e aborda o que acontece depois que morremos. Mas, ao mesmo tempo, é pés no chão e prática: diz sobre nós, nossas mentes, e nosso sofrimento. É sobre ser totalmente e profundamente humano, e tem algo a oferecer a todos: aos budistas, é claro; também às pessoas espiritualizadas mas não religiosas, aos de outras religiões, e até mesmo àqueles que não se acham espirituais. Quem não sabe o Leia o resto deste artigo »

Espiritualidade na adolescência

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Trechos da Introdução do livro “Buda na Mochila: Budismo prático para jovens”, de Franz Metcalf. Editora Pensamento.

A adolescência (assim como outras fases da vida, mas, sobretudo, a adolescência) é realmente difícil. É preciso ser filha ou filho, irmã ou irmão, neto, parente, vadio, adolescente com os hormônios a mil, estudante, cidadão, trabalhador, “futuro líder”, parte do ecossistema, psicoespiritualista, ser humano. Você tem de ser tudo isso, o que requer certo esforço. […]

Os esforços mais importantes despendidos por um adolescente — a transição para um corpo adulto, para uma sociedade adulta e uma vida adulta, que requerem conscientização, discernimento e paciência — são os mesmos despendidos por todos os que estão no caminho espiritual. A experiência diária de ser um adolescente pode ser uma experiência verdadeiramente espiritual, dessa forma você é um buscador espiritual. Se isso lhe soa presunçoso, reflita sobre o seguinte: neste exato momento você esta criando a si mesmo, e isso é a coisa mais importante que você vai fazer na vida. Você não tem de chamar esse processo de espiritual, apenas respeitá-lo.

O que é religião? O que é espiritualidade? Esses conceitos são notoriamente difíceis de definir, mas aqui está uma breve resposta. Religião é Leia o resto deste artigo »

Conheça 8 Organizações Budistas Internacionais

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1: The World Fellowship of Buddhists 

A WFB é uma organização budista internacional, iniciada e impulsionada por Gunapala Piyasena Malalasekera, foi fundada no ano de 1950, em Colombo no Sri Lanka, por representantes de 27 nações.

Ainda que existam várias escolas e tradições do budismo, nomeadamente Theravada, Mahayana e Vajrayana, todas partilham de uma base comum. Muitos estudiosos perceberam que o budismo deveria ter uma unidade e amizade para a sustentabilidade e prosperidade do budismo. Surge assim uma organização que pretende reunir todas as escolas e tradições do budismo.

Os fins e objectivos da World Fellowship of Buddhists são:

  1. Promover entre os membros a estrita observância e prática dos ensinamentos do Buda;
  2. Assegurar a unidade, solidariedade e fraternidade entre os budistas;
  3. Propagar a sublime doutrina do Buda;
  4. Organizar e realizar actividades no domínio dos serviços sociais, educativos, culturais e outros serviços humanitários;
  5. Trabalhar para a felicidade, a harmonia e a paz na terra e colaborar com outras organizações que trabalham para os mesmos fins.

Mais informações: Site oficial, WFBYouth

2: World Buddhist Sangha Council Leia o resto deste artigo »

Correr com a mente de meditação | Sakyong Mipham

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“As pessoas me perguntam sobre a relação entre mente e corpo e atualmente eu estou treinando para correr uma maratona. As pessoas pensam que é meio inusual que um lama tibetano faça exercícios, ainda mais correr uma maratona, e qual é a relação entre corpo e mente e entre correr e meditar.

Então para mim, não é tão surpreendente; quero dizer, acho que há uma tradição do corpo e mente e acho que no ocidente às vezes o corpo e a mente têm sido separados. Assim quando as pessoas pensam em meditação ou espiritualidade, acham que estão muito separados do corpo per se.

Mas da forma em que fui treinado e criado, e da forma como entendo esse tópico e meio que a experiência toda, é que na verdade estão unidas. Quando meditamos, por exemplo, mesmo na meditação sentada, é uma experiência do corpo inteiro. Uma experiência totalmente da mente. Leia o resto deste artigo »

[Filme completo] Buda Caiu de Vergonha

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Trailer e Sinopse

Afeganistão, região de Bamyian. Neste local ergueram-se durante séculos estátuas gigantescas do Buda, porém o fanatismo religioso dos Talibã levou à sua destruição. É nas ruínas destas esculturas ancestrais que vive ainda uma população muçulmana onde encontramos a pequena Bakhtai, uma rapariga de 6 anos que sonha em ir à escola e aprender a ler e a escrever. Com custo ela arranja o dinheiro necessário para comprar um caderno e acompanhada por um vizinho dirige-se à escola, porém pelo caminho é atacada por um grupo de rapazes que repetem toda a violência de que foram testemunhas ao longo das suas vidas, eles querem rebentar com Bakhtai como os talibã fizeram ao Buda, será que a pequena conseguirá escapar a estas brincadeiras violentas e chegar à escola? Leia o resto deste artigo »

Conheça 3 Mestres Loucos

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“Louca Sabedoria” refere-se a uma pessoa iluminada que se comporta de uma maneira socialmente não convencional. Mas será que a Louca Sabedoria é mesmo Sabedoria?
Fique a conhecer neste post 3 mestres com “louca sabedoria”.

1: Ikkyū Sōjun (1394-1481)

Ikkyu foi um excêntrico monge viajante, o que o fez ser apelidado de “Nuvem Louca”. Teve várias aventuras eróticas e não dispensava o saquê (bebida alcóolica tradicional japonesa). Ikkyu não se importava com o que as autoridades religiosas de seu tempo pensavam dele.

Influenciou um grande número de artistas, poetas, Leia o resto deste artigo »

Ondas mentais e ervas daninhas | Shunryu Suzuki

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Dhammapada verso 116 | ilustração | Post Ondas MentaisTrechos do livro “Mente Zen, Mente de Principiante”, de Shunryu Suzuki. Editora: Lua de Papel

“Por desfrutarmos de todos os aspectos da vida como um desdobramento da Mente Grande, não procuramos qualquer alegria excessiva. A nossa serenidade é então imperturbável.”

Quando estiveres a praticar zazen não tentes deter o pensamento. Deixa que ele pare por si mesmo. Se alguma coisa te vier à mente, deixa-a entrar e deixa-a sair. Ela não permanecerá durante muito tempo. Quando tentas parar o pensamento, isso significa que te estás a sentir incomodado por ele. Não te deixes incomodar por coisa nenhuma. Pode parecer que essa coisa vem de fora da tua mente, quando, na verdade, se tratam apenas das ondas da tua mente; e se não te deixares incomodar pelas ondas, elas tornar-se-ão gradualmente mais calmas. Em cinco ou, no máximo, dez minutos, a tua mente estará completamente serena e calma. Nessa altura, a tua respiração tornar-se-á mais lenta e as tuas pulsações acelerarão um pouco.

Poderás demorar ainda algum tempo a conseguir atingir um estado mental calmo e sereno na tua prática. Surgem muitas sensações, afluem muitos pensamentos ou imagens, mas são apenas ondas da tua própria mente. Nada vem de fora da tua mente. Em geral, pensamos que Leia o resto deste artigo »

Mente de principiante | Shunryu Suzuki

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Transcrição do Prólogo do livro “Mente Zen, Mente de Principiante”, de Shunryu Suzuki. Editora: Lua de Papel

“Na mente do principiante há muitas possibilidades,
mas poucas são as que existem na do perito.”

As pessoas dizem que a prática do Zen é difícil, mas há um mal-entendido quanto ao motivo. Não é difícil por ser árduo permanecer sentado na posição de lótus ou atingir a iluminação. É difícil porque é árduo manter a mente pura ou a prática pura no seu sentido fundamental. A escola Zen desenvolveu-se de muitas maneiras depois de se ter estabelecido na China, mas, ao mesmo tempo, tornou-se cada vez mais impura. Contudo, não pretendo falar sobre o Zen chinês ou sobre a história do Zen. O que me interessa é ajudar-te a manteres a tua prática livre de impurezas.

No Japão, temos a expressão shoshin, que significa “mente de principiante”. O objectivo da prática é sempre o de Leia o resto deste artigo »

Poema: Chamem-me pelos meus verdadeiros nomes | Thich Nhat Hanh

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Chamem-me pelos meus verdadeiros nomes
Não digam que parto amanhã
Porque hoje estou ainda chegando.

Olhe bem, a cada instante estou chegando
Para vir a ser botão de flor em ramo de primavera
Para ser passarinho de asas frágeis
Aprendendo a cantar em meu novo ninho,
Para ser lagarta na corola da flor,
Para ser gema oculta na pedra.

Estou ainda chegando para rir e chorar,
Para sentir medo e esperança
O ritmo do meu coração é o nascimento e morte
De tudo o que vive.

Sou a libélula em Leia o resto deste artigo »

Hinayana e Theravada, não são a mesma coisa

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Questão colocada ao Prof. Ricardo Sasaki:

Gostaria que me elucidasse melhor sobre esta problemática do Hinayana.
O Theravada não é considerado Hinayana porque estava apenas presente no Sri Lanka e essa expressão era destinada a algumas escolas antigas da Índia, nomeada a Srāvakayāna.
Mas embora actualmente seja uma expressão reprovável; do ponto de vista Mahayana, Theravada não tem as características do que é apelidado de Hinayana?
Não é essa “forma” de Budismo que é chamado de Hinayana pelo movimento Mahayana?
Essa critica não era destinada a todas as escolas anteriores ao Mahayana?

Resposta: Leia o resto deste artigo »

Uma leitura Zen da linguagem visual de “Arrival”

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Tradução livre do artigo original do Lion’s Roar:
A Zen read of the visual language of “Arrival” por Koun Franz

Se o novo filme Arrival [O Primeiro Encontro / A Chegada] fez você pensar em “círculos Zen” [ensō], você não é o único. Koun Franz, editor adjunto da revista Buddhadharma, sobre a feliz coincidência da abordagem única do filme para a comunicação alienígena.

Como talvez todos os budistas que assistiram Arrival – ou pelo menos todos os Zen-budistas – eu tive que sorrir a primeira vez que os alienígenas revelaram a sua linguagem escrita, que, afinal, é a linguagem do enso, o “círculo Zen” que você vê em todos os lugares, da arte clássica Zen a vários logos, budistas e não só.

Os aliens, ou “heptapods”, usam uma linguagem que Leia o resto deste artigo »