Multimédia e Tech

O que o Buda descobriu e qual a sua obra? (vídeo)

Publicado em Atualizado em

O que o Buda descobriu?

Trecho do livro Superando a Ilusão do Eu, de Yogavacara Rahula Bhikkhu. Edições Casa do Dharma. 2ª Edição, São Paulo – 2011.

Buddhi, em sânscrito, significa o intelecto puro, a mente que está livre da influência condicionada das emoções, de forma que nela não se constroem observações nem deduções tendenciosas ou preconceituosas. A mente da maioria das pessoas funciona com todo tipo de preconceito e perversão, de maneira que todas as suas percepções e todos os seus pensamentos estão maculados e são condicionados a seguir padrões preestabelecidos. Desse modo, as pessoas nunca apreendem as coisas na sua verdadeira natureza. O poder e o alcance da mente permanecem limitados e confinados.

Buda, o Desperto, foi alguém que libertou sua faculdade intelectual de todas as distorções, levando-a ao maior grau de clareza possível. A partir disso, ele conseguiu desenvolver uma atenção aguçada e um insight penetrante sobre Leia o resto deste artigo »

[Documentário-es] Lumbini: Investigando o lugar de nascimento do Buda

Publicado em Atualizado em

Este vídeo é um trecho do documentário “Buried Secrets of the Buddha“, da National Geographic.

Lumbini é considerado o local de nascimento do Buda, sendo por isso um dos locais mais sagrados para os budistas. O Dr. Robin Coningham e uma equipa internacional de arqueólogos, receberam acesso especial para cavar neste Património Mundial da UNESCO. Eles vão trabalhar para resolver alguns dos maiores mistérios sobre os primeiros dias do budismo, incluindo quando exactamente o Buda viveu e se a história do seu nascimento em Lumbini tem base histórica. As respostas que descobrirem podem remodelar a história de uma das maiores religiões do mundo.

Saiba mais: Leia o resto deste artigo »

Investigue a fundo

Publicado em Atualizado em

[Áudio-Palestra] Conclusões Precipitadas | Ajahn Mudito

 

Shariputra não acreditou em Buddha

O Venerável Shariputra, um dos discípulos do Buddha, era muito astuto. Uma vez quando o Buddha estava expondo o Dharma virou-se para ele e perguntou: “Shariputra, você acredita nisso? “Shariputra respondeu: “Não, eu não acredito”. O Buddha elogiou a resposta. “Isso é muito bom, Shariputra. Você é uma pessoa dotada de sabedoria. Aquele que é sábio não acredita rapidamente; ele ouve com uma mente aberta e depois pesa a verdade dos factos antes de acreditar ou desacreditar.”

Buddha pede para Upali investigar a fundo o seu ensinamento antes de se tornar seu discípulo

«”O Abençoado esclareceu o Dhamma de várias formas, como se tivesse colocado em pé o que estava de cabeça para baixo, revelasse o que estava escondido, mostrasse o caminho para alguém que estivesse perdido ou segurasse uma lâmpada no escuro para aqueles que possuem visão pudessem ver as formas. Venerável senhor, eu Leia o resto deste artigo »

Qual a importância de se ter um mestre ou professor? É essencial frequentar um centro ou um templo?

Publicado em Atualizado em

Qual a importância de se ter um mestre espiritual? | Monja Coen Responde

Transcrição:

Eu tenho evitando muito essa palavra mestre, porque dá a impressão que a gente pega um ser humano e o coloca num pedestal, e ele é especial, tão especial, tão separado de mim, que eu só fico lá beijado os seus pés.

A ideia é como é que eu encontro alguém que é esse bom amigo, essa boa amiga, que é meio parecido comigo, que sabe alguma coisa mais do que eu, e que pode me apontar o caminho.

Assim como… se eu vou entrar numa mata ou subir uma montanha que eu nunca fui, eu posso Leia o resto deste artigo »

Correr com a mente de meditação | Sakyong Mipham

Publicado em Atualizado em

“As pessoas me perguntam sobre a relação entre mente e corpo e atualmente eu estou treinando para correr uma maratona. As pessoas pensam que é meio inusual que um lama tibetano faça exercícios, ainda mais correr uma maratona, e qual é a relação entre corpo e mente e entre correr e meditar.

Então para mim, não é tão surpreendente; quero dizer, acho que há uma tradição do corpo e mente e acho que no ocidente às vezes o corpo e a mente têm sido separados. Assim quando as pessoas pensam em meditação ou espiritualidade, acham que estão muito separados do corpo per se.

Mas da forma em que fui treinado e criado, e da forma como entendo esse tópico e meio que a experiência toda, é que na verdade estão unidas. Quando meditamos, por exemplo, mesmo na meditação sentada, é uma experiência do corpo inteiro. Uma experiência totalmente da mente. Leia o resto deste artigo »

[Filme completo] Buda Caiu de Vergonha

Video Publicado em Atualizado em

Trailer e Sinopse

Afeganistão, região de Bamyian. Neste local ergueram-se durante séculos estátuas gigantescas do Buda, porém o fanatismo religioso dos Talibã levou à sua destruição. É nas ruínas destas esculturas ancestrais que vive ainda uma população muçulmana onde encontramos a pequena Bakhtai, uma rapariga de 6 anos que sonha em ir à escola e aprender a ler e a escrever. Com custo ela arranja o dinheiro necessário para comprar um caderno e acompanhada por um vizinho dirige-se à escola, porém pelo caminho é atacada por um grupo de rapazes que repetem toda a violência de que foram testemunhas ao longo das suas vidas, eles querem rebentar com Bakhtai como os talibã fizeram ao Buda, será que a pequena conseguirá escapar a estas brincadeiras violentas e chegar à escola? Leia o resto deste artigo »

Uma leitura Zen da linguagem visual de “Arrival”

Publicado em Atualizado em

Tradução livre do artigo original do Lion’s Roar:
A Zen read of the visual language of “Arrival” por Koun Franz

Se o novo filme Arrival [O Primeiro Encontro / A Chegada] fez você pensar em “círculos Zen” [ensō], você não é o único. Koun Franz, editor adjunto da revista Buddhadharma, sobre a feliz coincidência da abordagem única do filme para a comunicação alienígena.

Como talvez todos os budistas que assistiram Arrival – ou pelo menos todos os Zen-budistas – eu tive que sorrir a primeira vez que os alienígenas revelaram a sua linguagem escrita, que, afinal, é a linguagem do enso, o “círculo Zen” que você vê em todos os lugares, da arte clássica Zen a vários logos, budistas e não só.

Os aliens, ou “heptapods”, usam uma linguagem que Leia o resto deste artigo »

Super-heróis, anime e astronomia, marcam presença em templos budistas

Publicado em Atualizado em

Fique a conhecer aqui 3 templos peculiares. No Templo Branco estão super-heróis pintados, no Templo Ryohoji as personagens anime se destacam, no Templo Shouganji o planetário é a atracção.

1. Wat Rong Khun | White Temple | Templo Branco

Localizado na Tailândia, Wat Rong Khun é mais conhecido pelos ocidentais como Templo Branco. Foi projectado pelo artista tailandês Chalermchai Kositpipat em 1997. A incrível beleza das suas decorações e esculturas atrai budistas, fotógrafos e viajantes de todo o mundo.

Pinturas de super-heróis no interior do templo Leia o resto deste artigo »

[Vídeo] Buddha Eden | Quinta dos Loridos | Portugal

Video Publicado em Atualizado em

Buddha Eden situa-se na Quinta do Loridos, em Portugal, é o maior jardim oriental da Europa.
Com cerca de 35 hectares, o jardim foi idealizado pelo comendador José Berardo, como resposta à destruição dos Buddhas Gigantes de Bamiyan.

Entre Buddhas, pagodes, estátuas de terracota e várias esculturas cuidadosamente colocadas entre a vegetação, estima-se que foram usadas mais de 6 mil toneladas de mármore e granito para edificar esta obra. Leia o resto deste artigo »

Zazen

Publicado em Atualizado em

Zazen é a compreensão do nosso verdadeiro Eu Taisen Deshimaru
Transcrição do artigo do Cap. 4 – Artigos escritos pelo mestre Taisen Deshimaru para os ocidentais, do livro “Verdadeiro Zen”, por Taisen Deshimaru. Editora Assírio & Alvim

Zazen não é outra coisa senão sentar-se tranquilamente e observar-se a si próprio objectivamente. O que é o “eu”? O o meu mestre Kodo Sawaki dizia: “Devemos conhecer o nosso eu puro e verdadeiro. Devemos tornar-nos íntimos connosco próprios.”

Quer isto dizer que o que olha é o eu subjectivo e o que é olhado é o eu objectivo? Mesmo que esta relação do que olha e do que é olhado seja levada muito longe, é impossível descobrir aí o verdadeiro eu, que não é nem objectivo nem subjectivo. Este eu verdadeiro pode ser chamado o “sujeito puro”. Ele tudo governa; e não o é o sujeito, tal como o conhecemos em geral, mas um “super sujeito” individual. Ele está em relação a todo o universo. É, podemos dizer, “o espírito de Buda”. Dito isto de outro modo, zazen é olhar, do ponto de vista da objectividade, a manifestação subjectiva.

Por exemplo: precisamos de um Leia o resto deste artigo »