Ensinamentos e Palestras

Investigue a fundo

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[Áudio-Palestra] Conclusões Precipitadas | Ajahn Mudito

 

Shariputra não acreditou em Buddha

O Venerável Shariputra, um dos discípulos do Buddha, era muito astuto. Uma vez quando o Buddha estava expondo o Dharma virou-se para ele e perguntou: “Shariputra, você acredita nisso? “Shariputra respondeu: “Não, eu não acredito”. O Buddha elogiou a resposta. “Isso é muito bom, Shariputra. Você é uma pessoa dotada de sabedoria. Aquele que é sábio não acredita rapidamente; ele ouve com uma mente aberta e depois pesa a verdade dos factos antes de acreditar ou desacreditar.”

Buddha pede para Upali investigar a fundo o seu ensinamento antes de se tornar seu discípulo

«”O Abençoado esclareceu o Dhamma de várias formas, como se tivesse colocado em pé o que estava de cabeça para baixo, revelasse o que estava escondido, mostrasse o caminho para alguém que estivesse perdido ou segurasse uma lâmpada no escuro para aqueles que possuem visão pudessem ver as formas. Venerável senhor, eu Leia o resto deste artigo »

Budismo e o Natal

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Budismo e o Natal

“Não importa o que um homem faça, se seus actos servem à virtude ou ao vício, tudo é importante. Toda acção acarreta frutos.” – Buda

“Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar bons frutos. Porventura colhem-se figos de espinheiros ou ervas de urtigas? Toda árvore se conhece pelos frutos.” – Jesus

“A pessoa má fala com falsidade, acorrentando os pensamentos às palavras. Aquele que fala mal e rejeita o que é verdadeiramente justo não é sábio.” – Buda

“O homem bom tira coisas boas do tesouro do coração, e o mau retira coisas más, pois a boca fala do que está cheio o coração.” – Jesus

Veja neste post: Citações de Buda e Jesus, Vídeo – O Natal dos Simpsons e o Budismo, Palestra de Monja Isshin, Artigos sugeridos para leitura, Livros recomendados.

Um Budista pode festejar o Natal? Este vídeo dos Simpsons é uma boa resposta a essa pergunta. Leia o resto deste artigo »

Ambições profissionais, desapego material e o papel da riqueza no Budismo

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Como conciliar ambições profissionais e desapego material? | Monja Coen responde

Transcrição:
Pergunta: “Gostaria de saber como conciliamos os ensinamentos do Dharma relacionados ao desapego, principalmente material, e a busca por nossos objectivos de sucesso em vida, principalmente profissional, sendo que estes objectivos em sua maioria trazem consigo riqueza material”.

Resposta de Monja Coen:
Nós confundimos ás vezes o que é desapego com ter sucesso, querer coisas boas na vida. O facto de que queremos ter uma Leia o resto deste artigo »

Karma não é Destino

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Trecho do Capítulo VI. Kamma: A Lei da Causalidade Moral, do livro Budismo em Poucas Palavras de Narada Mahathera.

Nós mesmos somos responsáveis por nossas ações, felicidade e miséria. Nós construímos nossos próprios infernos. Criamos nossos próprios céus. Somos os arquitetos do próprio destino. Em definitivo, nós mesmos somos nosso próprio Kamma.

Numa ocasião, um certo jovem chamado Subha, aproximou-se de Buddha e perguntou-lhe qual era o motivo de entre os seres humanos existirem estados elevados e inferiores.

“Pois”, continuou, “encontramos entre os seres humanos aqueles de vida breve e de longa vida, os saudáveis e os doentes, os bem parecidos e os feios, os poderosos e os que não têm poder algum, os pobres e os ricos, os de elevado nascimento e os de baixo nascimento, os ignorantes e os inteligentes”.

Buddha replicou sucintamente:

“Cada criatura vivente tem o Kamma como propriedade, como herança, como causa, como origem, como refúgio. O Kamma é o que diferencia os seres viventes de estados baixos e elevados.”

Em seguida, explicou a razão para tais diferenças segundo Lei da Causalidade Moral.

Assim, de um ponto de vista Budista, nossas presentes diferenças mentais, intelectuais, morais e temperamentos devem-se principalmente, às nossas próprias ações e tendências, tanto passadas como presentes.

O Kamma, literalmente, significa ação; mas, num sentido último, significa Leia o resto deste artigo »

A compaixão é que sustenta o mundo, não o processo económico – Palestra: Conselhos Budistas para Tempos Difíceis | Lama Padma Samten

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Nós acreditamos que o processo económico é a base do mundo, mas não é. A base do mundo é nossa capacidade de nos interessarmos uns pelos outros. Isso é o que faz as coisas se ampliarem e melhorarem, isso é o que sustenta as coisas.

Sua Santidade o Dalai Lama diz que cada um de nós foi sustentado sem nenhuma expectativa de retorno. Nós fomos cuidados, isso não é uma atividade económica. Quando as coisas afundam, surgem catástrofes e grandes dificuldades, como é que resolvemos? Surgem muitos voluntários, as pessoas se auto-organizam e fazem tudo melhorar. Isso é o que sustenta o funcionamento do mundo.

Quando os pais e mães não conseguem cuidar de seus filhos, aparece Leia o resto deste artigo »

A Mente Única e a Natureza Buda

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A Mente Única | Huang-po Hsi-yun

Todos os buddhas e todos os seres comuns nada mais são do que a mente única. A mente é sem início e sem fim, não-nascida e indestrutível. Não tem cor nem forma, não existe nem não-existe, não é velha nem nova, longa ou curta, grande ou pequena, já que transcende todas as medidas, limites, nomes e comparações. É o que vocês vêm diante de vocês.

Comecem a pensar sobre isso e imediatamente estarão errados. É como um vazio ilimitado, que não pode ser sondado ou medido. A mente única é o Buddha, e não há distinção entre o Buddha e os seres comuns, exceto pelo fato de que os seres comuns estão apegados às formas, e assim procuram pela natureza búddhica como se ela estivesse fora deles mesmos. Por causa desta procura, eles perdem a natureza búddhica, já que estão usando o Buddha para procurar o Buddha, usando a mente para procurar a mente. Mesmo que continuem por um milhão de éons, nunca serão capazes de encontrá-la. Não sabem que o que todos eles têm de fazer é colocar um fim ao pensamento conceitual, e então o Buddha aparecerá diante deles, pois esta mente é o Buddha e o Buddha são todos os seres sencientes. Não é menos para os seres manifestos nas coisas comuns, nem mais para os seres manifestos Leia o resto deste artigo »

As 5 Sabedorias | Lama Padma Samten

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Sabedoria do Espelho
Buda Akshobia – Cor Azul – Acolhimento

Precisamos ter a sabedoria da cor azul, que é a sabedoria de olhar para o outro e acolhê-lo do jeito que ele vem. Isso é também chamado de sabedoria do espelho. E o que significa acolher o outro do jeito que ele vem? Significa, em primeiro lugar, entender como o outro está vivendo, qual sua experiência de mundo, como ele está experimentando aquilo. Para entender como o outro vive a sua experiência de mundo, temos que entender que a mente dele se espelha no mundo; que o mundo é um espelho que reflete a mente dele. Se ele tem Leia o resto deste artigo »

Karma: eles mereceram?

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Faz hoje 15 anos que ocorreram os atentados ao World Trade Center. 11 de Setembro de 2001 ficou na história pelos ataques terroristas nos EUA.

Mas qual o papel do Karma neste tipo de situação? Será que essas pessoas foram vítimas do próprio Karma? Ou não tem nada haver com Karma? Será que temos um entendimento correcto do que é realmente o Karma?

Para entendermos esta problemática do Karma, é sugerido a leitura do ensaio de Ajahn Santikaro:
Karma: eles mereceram? – Reflexões sobre o atentado ao World Trade Center (ensaio completo em pdf). A tradução é do Centro Buddhista Nalanda.

Segue trecho:

Muitos budistas tratam os ensinamentos sobre o karma como se eles fossem algum tipo de verdade absoluta. Várias noções e crenças relativas ao karma são tomadas tal como foram dadas, sem muito questionamento. Elaborações são feitas a partir de Leia o resto deste artigo »

O Buda e o Cientista | S. N. Goenka

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Trecho do livro “Meditação Vipassana: A arte de viver segundo S.N. Goenka”

A realidade física está em constante transformação a cada momento. Foi o que o Buda constatou ao examinar a si mesmo. Com a mente profundamente concentrada, penetrou fundo na sua própria natureza e descobriu que toda a estrutura material é composta por minúsculas partículas subatômicas que surgem e desaparecem sem cessar. No estalar de um dedo ou no piscar de um olho, disse ele, cada uma dessas partículas aparece e desaparece muitos trilhões de vezes.

“Inacreditável” poderá pensar quem Leia o resto deste artigo »

Buda Rebelde: Na rota da liberdade | Dzogchen Ponlop Rinpoche

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Trecho do livro “Buda Rebelde: Na rota da liberdade“, por Dzogchen Ponlop Rinpoche.

bu.da
a mente desperta.

re.bel.de
Aquele que questiona, resiste, recusa-se a obedecer
ou se insurge contra o controle injusto ou descabido
de uma autoridade ou tradição.

NASCIDOS PARA A LIBERDADE

Buda rebelde é uma exploração sobre o que significa ser livre e sobre como podemos nos libertar. Embora possamos votar em nossos líderes, casar por amor e cultuar forças divinas ou mundanas conforme nossa escolha, a maioria de nós não se sente realmente livre. Quando falamos sobre liberdade também estamos falando sobre o seu oposto — aprisionamento, dependência, estar sujeito ao controle de algo ou alguém externo a nós mesmos. Ninguém gosta disso e, quando nos encontramos nessa situação, logo tentamos descobrir como escapar. Qualquer restrição a “nossa vida, nossa liberdade e nossa busca da felicidade” provoca forte resistência. Quando a felicidade e a liberdade estão em jogo, podemos nos tornar rebeldes.

Há traços de rebeldia em todos nós. Geralmente estão adormecidos, mas manifestam-se Leia o resto deste artigo »

O Nobre Caminho Óctuplo

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O Nobre Caminho Óctuplo é composto por:

Sīla – Ética/Moralidade

1) Sammā-vācā – Linguagem correta
2) Sammā-kammanta – Ação correta
3) Sammā-ājiva – Meio de vida correto

Samādhi – Concentração/Meditação 

4) Sammāvāyāma – Esforço correto
5) Sammā-sati – Atenção correta
6) Sammā-samādhi – Concentração correta

Paññā– Sabedoria

7) Sammā sankappa – Pensamento correto
8) Sammā-ditthi – Entendimento correto

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Trecho de palestra proferida por S. N Goenka em curso de 10 dias.

O caminho de Dhamma é chamado de O Nobre Caminho Óctuplo, nobre no sentido de que, quem quer que o trilhe, estará destinado a tornar-se um coração nobre, uma pessoa santa. O caminho está dividido em três etapas: sīla, samādhi e paññā.

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As 3 Jóias

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“Tomar refúgio no Buda significa reconhecer a semente da iluminação que está dentro de nós mesmos, a possibilidade de libertação. Também significa tomar refúgio naquelas qualidades que o Buda corporifica; qualidades como destemor, amor e compaixão.

Tomar refúgio no Dharma significa se abrigar na lei, no modo como as coisas são. É reconhecer nossa submissão à verdade, permitindo que o Dharma se desdobre dentro de nós.

Tomar refúgio na Sangha significa aceitar o suporte da comunidade, de todos nós ajudando uns aos outros em direção à iluminação e à liberdade.”

– Joseph Goldstein, em “The Experience of Insight”.
Tricycle’s Daily Dharma, 2 de junho de 2007.

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Trecho de palestra proferida por S. N Goenka em curso de 10 dias.

(…) quando alguém busca refúgio no Buda, deve se lembrar das qualidades de um Buda e trabalhar para desenvolver essas mesmas qualidades em si próprio. A qualidade Leia o resto deste artigo »